O streaming musical global continua crescendo
24 de julho de 2026
Segundo o Relatório do Primeiro Semestre de 2026 da Luminate, o consumo global de música por streaming cresceu 10% no primeiro semestre de 2026, chegando a 2,8 trilhões de streams de áudio sob demanda.
Nos Estados Unidos, os streams chegaram a 732,7 bilhões,
estabelecendo um novo recorde de consumo de áudio sob demanda.
Isso confirma algo que a indústria vem observando há anos: o streaming continua no centro do consumo musical global. Mas para artistas, selos e equipes de distribuição, a leitura mais importante não é só sobre volume.
É sobre entender como esse crescimento se distribui, quais mercados estão impulsionando o consumo, quais gêneros estão ganhando espaço e que tipo de comportamento do ouvinte está por trás desses números.
O valor de um stream pode mudar dependendo do país, do tipo de usuário, do modelo de assinatura, da plataforma, do contexto de escuta e da relação do ouvinte com o artista.
O crescimento do streaming não significa que todo artista
esteja crescendo da mesma forma.
Também não significa que todo catálogo esteja aproveitando esse crescimento com o mesmo nível de clareza.
Para alguns projetos, a oportunidade pode estar em mercados onde já existem sinais de escuta sustentada.
Para outros, pode estar em identificar novos territórios, entender quais músicas estão viajando melhor,
ou detectar quais partes do catálogo continuam gerando consumo depois da janela inicial de lançamento.
O verdadeiro valor não está apenas em olhar quantos streams existem no mundo, está em entender o que esses streams significam para cada projeto.
